
O nome disso aí em cima é iPad, o novo lançamento da Apple. Olha, não seja como eu. Se interesse pelas novidades tecno-digito-virtuais, leia a respeito, compre, use, lambuze-se. Porque se não o fizer, perderá a conexão com a história. Ou pior, será atropelado impiedosamente por ela. O iPad não chega como mais um grande produto, mas também não surge para enganar ou confundir: é a primeira versão de um laptop compacto, que por sua vez é a versão compacta dos computadores. Não funciona como celular, não tem camêra digital ou webcam, não roda mais de um aplicativo simultaneamente, não faz conexão USB e não pode rodar o You Tube (não possui um aplicativo chamado Flash). Há também quem duvide que a bateria dure 10 horas, como prometido por Steve Jobs, o executivo da Apple que rivaliza com Bill Gates, da Microsoft. A navegação pela internet é por meio das conexões Hi-fi e 3G, além do modo Bluetooth para interligar-se ao teclado e a webcams sem fio. A tela tem 9,7 polegadas, mede 24X19cm, com 1,3cm de espessura e 680g. Varia de U$500 a U$830, mas só chegará no Brasil depois de junho. Não precisa comprá-lo tão logo possa. Pelo visto aparecerá, em pouco tempo, um modelo mais avançado. Mas também não finja que ele não existe.

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