quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Que lindo!!!


Ao ganhar do Vasco da Gama, por 2X0, o Botafogo conquistou o bicampeonato da Taça Guanabara. Ótimo início de semana para mim e para todos os demais apaixonados pela Estrela Solitária. À luta!

Foto: Satiro Sodré (Agif/Gazeta Press)

Cinema na veia


Tenho liberdade. Tenho o céu, inclusive. Tenho, até, controle sobre minhas emoções. Tenho o reconhecimento profissional. Tenho o poder da sedução. Tenho qualidades para lidar com a família que não me acrescenta. E o mais importante: tenho confiança de que minhas atitudes não me prejudicarão. Mas, e se a vida que escolhi não me escolheu? Amor sem escalas, de Jason Reitman.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Brasília (GO)


Dias desses, este Bloco de anotações... postou um texto do jornalista Fernando Rodrigues em que ele sugere o fim do Distrito Federal. Brasília continuaria capital do país, mas o retângulo definido como território de características próprias voltaria a ser de Goiás, e as cidades (satélites e Brasília) conquistariam autonomia política. Os respectivos habitantes passariam a ser eleitores goianos, votando também em vereadores e prefeitos. Para Rodrigues, o modelo jusceliniano, ratificado na Constituição de 1988, com a eleição de um governador que nomeia administradores de cidades com até 600 mil habitantes, concentra autoridade, favorece o controle do Poder Legislativo e estimula o “coronelismo”. Teorias à parte, o Bloco... aproveitou o tema na enquete. Onde você prefere morar?

Doce veneno


A turma que torce pela permanência do governador detento José Roberto Arruda na cela especial da Polícia Federal prefere presentear o dito com o panetone. Na enquete, 40% disseram ser o tradicional pão natalino o melhor presente para o governador presidiário. Juro para vocês que se ele permanecer por lá até a Páscoa, levo um ovo de chocolate para o tal Edson Sombra. Tem enquete nova no Bloco..., aqui à esquerda. Abraço forte em todos.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Musa da semana



A continuidade de minha família se traduz e se resume, por enquanto, neste deslumbre feminino aqui em cima. Bruna completou cinco anos, tem uma mãe adorável e um pai apaixonado. Quando chegou, trouxe alegria ao quadrado: é a primeira neta dos quatro avós e a primeira sobrinha dos quatro tios. Nossa fada encantada de todos os dias.

Bom dia, novo dia!



Foi a busca de ouro e a captura de índios - não necessariamente nesta ordem - que originou Curitiba (PR), em 1649. O líder da expedição foi o general Eleodoro Ébano Pereira, que recrutou moradores da Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, primeiro núcleo urbano do estado. Subiram rios e cruzaram a Serra do Mar até chegar numa área de planalto.



As tribos Tupi-guarani, Jê e Tingui já habitavam a região, que chamavam Core-Etuba, cujo significado era "pinhal". Em 1842 a vila tornou-se cidade, e em agosto de 1853, 160 anos depois de sua fundação, é promovida à capital. No final do século XIX foi pólo de grandes imigrações de poloneses, alemães, italianos, ucranianos, franceses, ingleses, holandeses, japoneses, judeus e sírio-libaneses. São mais de 1,5 milhão de habitantes e área verde de 55m² por pessoa.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Adiando a hora da morte


Depois do excêntrico "fumei mas não traguei", dito pelo ex-presidente norte americano Bill Clinton, temos agora uma nova versão para confissão dos pecados não cometidos. Hoje à tarde, o governador interino do Distrito Federal, Paulo Octávio, disse que já escreveu a carta de renúncia. Aliás, disse mais. Disse que chegou a entregar a carta de renúncia para a líder do partido dele no Legislativo, mas que não vai ler a dita cuja. Ou seja: apertei, mas não vou acender agora.

Que lindo!!!


Botafogo 2 X 1 Flamengo

Foto: Fernando Soutello (Agif/Gazeta Press)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Suor on the rocks


As Olimpíadas de inverno tem Vancouver, no Canadá, como sede. Cinco brazucas estão lá nos representando. Todos competem em modalidades na neve: Isabel Clark, Jaqueline Mourão, Jhonathan Longhi, Leandro Ribela e Maya Harrisson. Jaqueline Mourão e Leandro Ribela estão no esqui cross-country. Jhonathan Longhi e Maya Harrisson, no esqui alpino. Isabel Clark, do snowboard, é o principal nome da equipe. Ela é responsável pelo melhor resultado do país na história dos jogos abaixo de zero. Em Turim, em 2006, foi nona colocada. Nossa primeira participação foi em 1992, em Albertville, na França. Porém, há um sexto brasileiro no Canadá. Florent Amodio tem 19 anos, nasceu em Sobral (CE), onde viveu por dois anos. Foi adotado por uma família francesa, compete na patinação artística, e em português só fala uma frase: bom dia!

foto: David Gray (Reuters)

Em órbita



imagem: Nasa

...e segue a festa


Encontro dos Trios, em Salvador, com participação do Galo da Madrugada.

foto: Edgar de Souza (G1)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sai do espeto, cai na brasa


Caixa de Pandora.
Renúncia.
Cassação.
Impeachment.
Inelegibilidade.
Intervenção federal.
Paulo Otávio.
Sombra.
Durval Barbosa.
Joaquim Roriz.
Não duvide. Nenhuma dessas palavras ou pessoas conseguem tirar o sono de José Roberto Arruda. O que tem estimulado os pensamentos, a ira, a defesa, os amigos e os inimigos do governador presidiário tem outro nome: foro privilegiado. Se ele vai renunciar ou não, depende dos efeitos de aguardada decisão. O que importa não é a atitude, mas evitar indecifráveis conseqüências. O que fazer para não dormir na Papuda, a morada dos criminosos aqui de Brasília? Essa é a pergunta que não quer calar na cela especial da Polícia Federal. Se ainda há alguma possibilidade de salvar o futuro político do governador detento, tudo gira em torno desta indesejável (indesejável para ele, óbvio) possibilidade.

Em órbita


Seguinte... Este Bloco de anotações... acabou de fechar um contrato de exclusividade com a Nasa. A partir de hoje, publicaremos fotos do universo além Terra. Espero que gostem.

Bom dia, novo dia!



Paola Oliveira, Grande Rio
foto: Danilo Verpa (Folha Imagem)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Receita para uma guerra civil


Brasília fracassou. Devolvam Brasília para Goiás*

A prisão preventiva do governador de Brasília, José Roberto Arruda, confirma a falência do modelo político-administrativo do Distrito Federal. Criado em 1960 e piorado ao longo das décadas, o sistema é disfuncional e produz escândalos em série. O Congresso fará um bem ao Brasil -e aos habitantes de Brasília- se extinguir o modelo em vigor. O Distrito Federal tem mais de 2,5 milhões de habitantes e nenhum prefeito nem vereador. Só há um governador e uma Câmara Distrital. A concentração de poder é a porta de entrada para a corrupção. Considerava-se necessário no passado instalar a capital da República numa área de segurança nacional. Esse conceito caducou. Não há prejuízo nem risco para o Brasil hoje se o Distrito Federal for devolvido para Goiás. Cidades satélites como Ceilândia (mais de meio milhão de habitantes) passariam a ter prefeitos e Câmara Municipais. Não ficariam mais controladas por um administrador nomeado sabe-se lá com que tipo de influência política imprópria e oculta. O centro de Brasília também pode ser uma cidade autônoma, como as demais, com prefeito e vereadores. Os cidadãos brasilienses passariam a votar para eleger o governador de Goiás, senadores, deputados federais e estaduais goianos. Os benefícios seriam fartos. O Senado eliminaria as três vagas de Brasília. Não haveria mais Câmara Distrital e a casa dos horrores chamada Palácio do Buriti, sede do governo local. Os edifícios poderiam ser convertidos em museus. É preciso coragem para colocar essa mudança em prática. Mas o fracasso retumbante do sistema atual exige grandeza do Congresso: acabar com o democratismo da Constituição de 1988 que ampliou de maneira desmedida a autonomia administrativa para um pedaço de terra no interior de Goiás. Um benefício pago com o dinheiro de todos contribuintes brasileiros.

Comentário deste Bloco...:
Quero ver quem vai convencer um brasiliense a ser chamado de goiano. O que você acha? É ou não é caso de guerra civil?

*texto de Fernando Rodrigues (http://uolpolitica.blog.uol.com.br/), um dos mais bem informados jornalistas brasileiros.

Bom dia, novo dia!


Sabrina Sato, Salgueiro
foto: Alziro Xavier (G1)

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Meus seguidores, meus heróis.


Vocês já são 13, todos abnegados mártires que me acompanham e me fortalecem na prática realizadora, embora suspeita, de escrever sobre o que se observa, sobre o que se sente, sobre o que se oferece, seja por exibicionismo ou pela vã necessidade dos inseguros em se fazer presente. Afinal, é dando que se recebe. Mas não entrego em troca. Se o faço, é porque me sobra a divina e infalível hora ociosa. Ou, então, porque me falta a paciência em esperar o encontro com meus adoráveis semelhantes, em espírito e em carne. Dois de vocês não têm foto, curiosamente dois de meus irmãos: o biológico e o adotivo. Mas vá lá... Quem sabe melhor assim, pois imaginar o que não se vê não deixa de ser um sonho a se realizar. Fiquem comigo, e prometo que continuarei buscando a fórmula inexata para mantê-los ao meu lado.

Não arriscar é também um risco*


Cada pessoa vê, sente e analisa o futebol e a vida de seu jeito. Todos estão certos e todos estão errados. Se você é mais racional, pragmático e operatório, gosta de regularidade, segurança, certezas e repetições, detesta correr riscos, improvisações e acasos, só se interessa por resultados e ainda acha que as coisas que fez e que deram certo são as únicas maneiras corretas de fazer, não terá dúvidas, como Dunga, de não convocar Ronaldinho. Se você é uma mistura de Sancho Pança com Dom Quixote, gosta de andar nas nuvens e ter um pé na realidade, adora novidades e correr riscos calculados, se interessa tanto pela qualidade do jogo quanto pelo resultado, acha que é possível jogar bonito e ser eficiente, e ainda pensa que há sempre maneiras de fazer diferente e melhor, não terá dúvidas de convocar Ronaldinho. Se você está convicto, como Dunga, de que não há nenhuma chance de darem certo, juntos, Ronaldinho, Kaká e Robinho, além de um centroavante, não chamará o jogador, nem para a reserva. Imagino que você e Dunga pensem que Ronaldinho, no banco, vai perturbar o grupo e o técnico, e que, na primeira partida ruim, haverá muita pressão para escalá-lo. Se você vê em Ronaldinho uma grande esperança e ainda lembrar que, na Copa das Confederações de 2005, talvez o melhor momento do Brasil nos últimos tempos, jogaram juntos Ronaldinho, Robinho e Kaká, além de Adriano, vai ficar ainda mais convicto em convocá-lo. Dunga aposta na segurança. Para ele, perder jogando bem é pior que perder jogando mal. Não combinaria com sua coerência, que ele tanto se orgulha. Por isso, Dunga não entendeu, nem nunca vai entender, porque a seleção de 1982 é tão elogiada.

*trechos da coluna de Tostão, ex-jogador de futebol, campeão mundial em 1970, comentarista e ídolo deste Bloco.

Xixi dá xilindró


Pois é, o xixi na rua tá levando os cariocas para a delegacia de polícia. Por lá, pelo menos neste Carnaval, mijar ali no beco, atrás da árvore ou escondido entre os carros encurtou a folia da moçada. Tem gente achando sacanagem, embora 4 mil banheiros públicos tenham sido instalados no roteiro dos blocos. Mais de cem já foram “interrompidos” e tiveram que visitar o “seu delegado” - incluindo uma mulher - nos últimos dez dias. É! Não se pode permitir a poluição da cidade, seja na forma sólida ou líquida, orgânica ou inorgânica. E que os banheiros sejam realmente químicos, e não os casulos de bactérias que adentramos por aí, Brasil a fora. A punição deveria valer também para os donos dos cães que não recolhem o cocô do Lulu. Porra! A rua não pode ser o lixo do mundo, não! Então fica assim: pipi fora de casa também tem regra.

Bom dia, novo dia!


Ellen Roche, Rosas de Ouro
foto: Fábio Braga (Folha Imagem)

Cinema na veia

Quem seria inseguro a ponto de se prender ao cobertor da cegueira? Quem seria tão tolo a temer que sua intimidade fosse se perder? E essa mulher, que estava tão estranhamente calada, e que havia suportado tal fardo, e que agora estava, de repente, livre? Ela já podia imaginar as vozes da cidade gritando: "posso ver"!
"Estou ficando cega", pensou.
Ensaio sobre a cegueira, de Fernando Meirelles, e José Saramago.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Quem tem um giga é rei


No princípio era o verbo. Hoje, são os bytes. Da última pesquisa, o resultado que me surpreendeu foi o número de amigos com TV Digital: 23%. Participem da próxima e bom Carnaval.

Onde os fracos não têm vez

Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro (RJ)


Galo da madrugada, Recife (PE)


Olinda (PE)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bom dia, novo dia!


Aqui... Se tu queres conhecer o lado mais próximo da aventura no centro da natureza, vá à Chapada dos Guimarães (MT). Lá, "o mundo tem razão" e "o horizonte deita no chão".



domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sem perplexidade não há reputação


O Jonas Moraes, outro grande amigo, gosta de dizer que "falta ao brasileiro uma gota do sangue argentino". A revolta dele nasce na passividade do seu povo, neste saco sem fundo de desaforos que levamos para casa. A crítica ao conformismo brazuca também é elogio às inesgotáveis formas de reação que nossos "hermanos" protagonizam quando o pavio da tolerância queima por completo. São três as paternidades de "mensalões", que alcançam os principais destroços políticos do país; um de esquerda, um de centro e outro de direita - triste não fosse trágico. Creio que em outras nações, independentemente de condições econômica ou geográfica, bastaria apenas um escândalo, em toda sua dimensão, para que pessoas e instituições encontrassem e reconduzissem a moralidade ao seu eixo de origem. Ao ver a foto acima, com bravos e solitários corpos a salvo da covardia dos brasilienses, caio na real. A passeata de protesto não reuniu 500 almas! Concluímos que somos uma sociedade enrustida e complacente. Fico pensando o que mais será necessário acontecer para que, enfim, nos insurjamos. Penso em dois movimentos existentes, hoje, na capital do país: o Fora, Arruda! e o Tô nem aí, Arruda! Será preciso que o governador, o Paulo Otávio, a Eurídes, o Prudente ou o Brunelli nos subtraiam em pessoa para reagirmos? Os escândalos não nos privam apenas do dinheiro público. Aos poucos, eles vão encerrando nossa perplexidade e discernimento. Essa tendência que estamos adquirindo em admitir a transgressão nos faz cúmplices e acaba com nossa reputação.

*foto de Antônio Cruz, da Agência Brasil

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Musa da semana


Esse pinguinho doce de gente aqui em cima chama-se Maria Clara de Lavor, uma princesa em formação que comemora seu segundo verão hoje. Conheço bastante a mãe dela, que esta semana ficou intrigada: "deixei minha filha na creche e ela não chorou quando me despedi dela!". E assim foi no segundo e no terceiro dias. Só na quarta despedida a nossa musa derramou lágrimas, para a felicidade da mamãe inconformada com o excesso de segurança demonstrado pela filha até então. Não me lembro de ver uma mãe feliz com a tristeza de uma filha. Vá entender esse maravilhoso coração.

Tudo como antes

O marcador voltou.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Visitantes invisíveis

Entre os sonhos irrealizáveis de cada um, o meu gravita a invisibilidade. Houve uma série na TV, O homem invisível – época em que minha mãe ainda policiava meus banhos e a escovação dos dentes - que até hoje inspira minha crença no além-do-limite. Eu e todos que cultivamos o universo imaginário, que gostamos de Star Wars e Avatar, já nascemos seduzidos pelas hipóteses improváveis. Ver e ouvir sem ser visto e ouvido, já pensou? Um voyer in loco! Também teve filmes e há livros que ainda não me escolheram tratando do tema. Cientistas teorizam que a matéria não atingida pela luz do sol não pode ser percebida, daí o pingo de razoabilidade na tese dos objetos e pessoas que desaparecem. Mas por que essa lorota agora? Porque perdi o marcador de vistantes. Justamente três dias depois de comemorar os "três zerinhos", a visita número 1000, fiquei sem o meu “bina” do Bloco. Agora, boa parte de vocês, que já não tem nome e endereço, ficou sem digital. Estão todos invisíveis. Para este Bloco de anotações... não basta a luz do sol, a impressão virtual é que me felicita. Vou consultar a assistência técnica mantendo a esperança dos "quatro zerinhos". Enquanto isso, não sumam em definitivo.

Bom dia, novo dia!


Não tenha dúvida que Bonito (MS) é um dos destinos turísticos mais... “bonitos” do país. Fica a 330Km da capital Campo Grande, minha cidade natal. Da fazenda Rincão Bonito, em 1869, surgiu o município, emancipado em outubro de 1948. Tem pouco mais de 15 mil habitantes e temperatura média de 22°. Cachoeiras, rios, praia natural, ilha, balneário, turismo de aventura. Um passeio incrível. Agora, incrível mesmo foi eu, que morei em Campo Grande 5 anos e nunca fui lá.





terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O comandante e seu exército de caranguejos


Fiquei alguns dias desorientado na semana em que perdemos Chico Science. Cheguei cedo no trabalho e fui avisado pela manchete da segunda página do Correio Braziliense, no local destinado às últimas notícias. Era segunda-feira, e levei um tiro logo no começo da semana. Hoje, faz 13 anos daquele disparo contra mim e outros fãs. Foi um grande susto, seguido de tristeza e incompreensão. O cara estava no auge, já tinha um público definido, era o artífice e o porta-voz de um movimento musical inspirado na cultura periférica, de Recife, e na cultura popular de Pernambuco. O Mangue Beat foi uma manifestação que reuniu, entre tantos, a música de Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre S.A. e Mestre Ambrósio, o cinema com Baile Perfumado e Amarelo Manga, e o universo cantante de Antônio Nóbrega. Muitos aqui de Brasília fomos apresentados a esses artistas num curto período. Fomos conduzidos por Science. Muitos shows, aqui e em Recife. Foi um grande líder e ídolo, herói de um período divertido, agitado e pujante. Chico Science trilhou meu primeiro amor, por Marcela Maciel, e as bagunças memoráveis com os amigos. Foi um período de muita alegria e realização pessoal, recordações de uma vida bem vivida e bem acompanhada.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A alma e os negócios


O Fábio Lino, meu companheiro do curso de jornalismo, gostava de provocar os colegas da turma de publicidade, na UnB. “O camarada estuda quatro anos para escrever uma frase: a batata da onda”. Ele fazia referência ao slogan da batata frita Ruffles. É mais ou menos assim. O publicitário produz, prepara e vende uma imagem. Inventar, ele não inventa (pelo menos não em tese). Mas convence você direitinho a gastar o dinheiro que não tem para comprar algo de que não precisa. Sem falar do mais grave, que ele, utilizando um nome mais pomposo, o de marketeiro, também te convence a eleger um poste. E um poste ladrão! E o que mais choca a nós, jornalista, é que o Mauricinho da turma de Comunicação ganha muito dinheiro nessa brincadeira. Aliás, muito mais que nós, que escrevemos zilhões de palavras, frases e textos ao longo de poucos dias. E o pior de tudo eu não disse, mas os filósofos da batata frita levam vantagem noutra situação: as publicitárias são mais bonitas que as jornalistas. Pelo menos lá na FAC eram. Ah, já ia me esquecendo. Essa lorota toda é para dizer que hoje é o Dia do Publicitário.

Três zerinhos


Chegamos ao número 1000!!! Isso mesmo, mil visitantes em dois meses, alguns dias e poucas horas. Foi no sábado, 30 de janeiro, não sei exatamente quem, mas foi pela manhã. Acho que antes do almoço, entre a cerveja gelada e a salada de entrada. Me parece que estava me preparando para mergulhar noutro bloco, mais interessante e divertido que este, o Suvaco da asa, uma reunião de foliões pernambucanos que passeam com alegria e fantasias pelo Sudoeste, bairro onde moro aqui na capital. Conhece? Se não, lamento dizer que está perdendo. De volta para o herói (ou heroína) deste Bloco, não tem nome nem endereço, embora fique para a história não contada. Legal, legal!!! Quando chegarmos nos quatro zerinhos, serei mais cuidadoso. Prometo homenagem com foto e almoço, a combinar.

Ervilha com chuchu, uma vez ao dia


Pessoal quer perder peso sem fazer muito esforço, embora conte com a força de vontade. Louvável, louvável... Na última enquete, sempre postada aqui à esquerda, 55% dos participantes acreditaram que vão ficar magros fechando a boca. E 30% se dispõem a suar um pouco mais para trocar o guarda-roupa. Agora, beber menos, nem pensar!!! Agradeço a todos que participaram. Bom início de semana.

Bom dia, novo dia!


Em tupi-guarani, Guaibim significa “Águas do além”. Mas no melhor português praticado no verão, pode ser traduzido também para águas e areias do descanso. Está a pouco mais de uma hora de Salvador, próxima à Valença e Morro de São Paulo. A simpática cidade mantém a aparência de uma colônia de pescadores, embora seja turística. Guaibim possui outras praias: Taquary, Guaibizinho, Barreiro, Mamucabo, Ponta Grossa e Ponta do Curral, onde os europeus desembarcaram o primeiro gado a pisar em território brasileiro.