
Estamos a um mês do Natal, a celebração mais aguardada por todo o planeta depois da Copa do Mundo de futebol, das Olimpíadas e dos shows da Madonna. Crianças recebem brinquedos, amigos e familiares se confraternizam, e o comércio vende um montão. No Natal pós crise econômica, provavelmente alguns PIBs serão salvos ou, pelo menos, o desastre será menor. Ah! Os religiosos lembram Jesus Cristo, o filho eterno que morreu por todos nós e que só participou da Última Ceia. Eu, por aqui, já recebi uma árvore de Natal por e-mail. Gostei muito. Este foi o ano menos feliz desde 1999. Juro que desta vez vou abraçar mais, tomar iniciativas e não me reter ao ouvir Feliz Natal. Quem sabe, consigo compensar o pouco amor. E se me convidarem, irei à ceia.

Nenhum comentário:
Postar um comentário