terça-feira, 9 de março de 2010

Que a Clarice não me leia.

Meus varonis, cá estou com minhas palavras capengas comunicando-vos que não resisti. Além do texto pedinte, segue o que acredito ser um poema. Ou, pelo menos, uma lorota suportável. E não foi para a Moema, de meu primeiro beijo. É para a alma nossa de todo dia.

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E daí, se eu não estiver nem aí?

Na noite passada, não resisti e toquei em você novamente.
Fiz o arco apontando para o mundo do meu coração.
Gritei pro céu, azul da sua cor, que meu sonho tem riscos.
Gritei e falei para a alma do meu querer...
...para minha pétala branca de neve,
que o horizonte não tem fim.

Um comentário:

  1. Não existiria Branca de Neve sem a maça suculenta e desejada.

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